de Andrea Goldstein e Françoise Lemoine
Edição La Découverte, Paris, 2013. 126 páginas, 10 euros
Resumo do livro publicado no Le Monde Diplomatique de dezembro de 2013, p. 25
Por André PRIOU
Das prateleiras de nossos supermercados às estratégias de nossas empresas, os BRIC (acrônimo de Brasil, Rússia, Índia e China - a África do Sul, que se juntou a eles, não é tratada aqui) se tornaram onipresentes: têxtil e eletrônica chinesa, agroalimentar e aeronáutica brasileiros, hidro carburantes russos e serviços numéricos indianos... Dos fatores de escala, dos recursos naturais à demografia, mas também as baixas remunerações de trabalho são também vantagens na base de sua preponderância sobre os mercados mundiais. Entretanto, esses colossos do comércio internacional têm os pés de barro: pobreza e fratura social, modelos de crescimento insuportáveis, etc. Os BRIC, que esse breve ensaio faz um retrato de contraste, são a parte emergente das economias em desenvolvimento que estão tendo acesso ao mercado mundial em um mundo multipolar. Seu lugar na governança constitui uma questão internacional maior.
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